O que Amambai compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Amambai compraram US$ 40 mil de outros países. É 2.912% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 1.329.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 44 cidades de Mato Grosso do Sul que importaram, Amambai ficou em 40º lugar. No Brasil, em 2.058º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Correntes, cadeias, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço15 toneladasUS$ 25 mil63%
- 2Tubos de borracha vulcanizada não endurecida…6,6 toneladasUS$ 15 mil37%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 40 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 1,28 milhão
- 2022US$ 42,3 mil
- 2023US$ 46,3 mil
- 2024US$ 33,2 mil
- 2025US$ 41,4 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Amambai
Quanto Amambai importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Amambai (MS) compraram US$ 40 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Amambai mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Correntes, cadeias, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço (63%), Tubos de borracha vulcanizada não endurecida… (37%).
De quais países Amambai mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.